terça-feira, 28 de julho de 2015

Susanne Mischke - Mortes pouco naturais

Uma história de amor e segredos familiares que nos prende e nos apaixona, que nos leva do presente ao passado sem nunca nos fazer perder o ritmo da história.

Este livro andou tempos infinitos na minha prateleira à espera de ser lido, o titulo não me chamava à atenção e então preferia sempre outros livros, um dia decidi pegar-lhe e fiquei completamente rendida e surpreendida.
A leitura não é das mais fáceis, tão depressa estamos no passado de uma personagem como no presente de outra e depois no passado de outra, é preciso concentração mas assim que entramos no ritmo, o livro é delicioso.




"Quando conheci o meu Jakob, precisei apenas de alguns minutos para ficar a saber que era o homem da minha vida."

"O que mais deseja nesse instante é fornicar com ela como um touro fornica com uma vaca que não tuge nem muge."

"Às vezes parece-me que sempre te conheci. De uma vida passada ou coisa assim. É como se tu fosses uma parte de mim, a minha outra metade. Nunca me senti assim com mais ninguém."

"És capaz de imaginar como é uma pessoa de repente deixar de saber quem é?"

"Quem sou eu? Uma mulher que vai no comboio ao encontro do homem que ama. Só isso conta."

"A ausência de Hemma fá-lo sentir-se como se de repente lhe tivessem arrancado uma parte do corpo."

"Não se pode possuir as pessoas."

Sem comentários: