sábado, 13 de junho de 2015

Eileen Goudge - A ilha da paixão

O que fariam se o vosso filho fosse atropelado e morto por um bêbado e este ao ser julgado fosse inocentado? Até onde seriam capazes de ir?

Um daqueles livros que não conseguimos parar de ler enquanto não chegamos ao fim. Duas histórias paralelas, uma no presente e outra no passado, mas escritas de uma forma tão exemplar que nunca nos confundimos. Um livro onde não adivinhamos o que vai acontecer a seguir e que tem a capacidade de nos fazer sorrir ou de nos irritar profundamente.
Em duas palavras: Muito Bom.


"És a cola que tudo une."

"A ideia trespassou-a como um tiro no coração."

"Sabia que o mundo estava repleto de cantos escuros e de arestas afiadas"

"Seria capaz de lhe ler na expressão os sentimentos que fazia o possível para ocultar? Poderiam os seus olhos dizer-lhe aquilo que o coração não se atrevia?"

"Línguas soltas afundam navios."

"Soltou um pequeno gemido e deixou-se cair de joelhos devagar, com a sensação de que lhe tinham roubado o ar. Mais valia que ela lhe tivesse enterrado uma faca no coração."

"Dizem que cada panela tem a sua tampa. Desde que sirva, acho que nada mais interessa."

"A tristeza adora companhia."

"Eu não sou velha, só estou a aumentar de anos."

"As pessoas que mais amamos são aquelas que menos queremos magoar."

"Andas com falhados e acabas como eles."

"Quando choramos por alguém que amámos, é como se ele ainda fizesse parte de nós. A única forma de perdermos alguém de verdade é se o esquecermos."

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