terça-feira, 12 de maio de 2015

Ken Follett - O homem de Sampetersburgo

O que é mais importante, a vingança ou o amor?
Aquilo em que acreditamos ou aquilo que sentimos?
E quando aquilo em que acreditamos de repente já não faz tanto sentido assim?
E se tivermos que escolher entre o que somos e o que talvez pudéssemos ter sido?

Grande livro, grande final.
O livro é bem escrito, fácil de entender, com uma excelente história e embora existam algumas - poucas - partes desnecessárias, chega-se a uma altura em que se devoram as palavras e tudo o que queremos é saber o que acontece a seguir.
Recomendadissimo.


"Não se pode amar a humanidade
Só se podem amar as pessoas." - Graham Greene

"O amor podia ser selvagem e esfomeado."

"Um homem que não tenha medo pode fazer tudo o que quiser."

"Não desejava nada, já nada o poderia ferir. Amor, orgulho, compaixão, desejo, eram emoções esquecidas."

"Havia perguntas - teriam respostas; haveria problemas - seriam resolvidos; era preciso coragem - ele tinha bastante."

"Não sabia que me iria apaixonar desesperadamente por ti. Pedia apenas que gostássemos um do outro, mas afinal isso foi suficiente para ti mas não para mim. Não pensei que viesse a precisar do teu sorriso, a desejar os teus beijos, a ansiar que venhas ao meu quarto à noite; nunca pensei que ficasse assustado, aterrorizado por te perder."

"Tenho de pôr os meus sentimentos de lado."

"Há em ti qualquer coisa de selvagem e livre como um animal; nunca obedeces a ninguém, fazes apenas o que queres."

"Fria como gelo na superfície, quente como o inferno por baixo."



"Nunca consegui fazer-te compreender como te amo."

"Por nunca serem mencionadas eram embaraçosas e por serem embaraçosas nunca eram mencionadas."

"Os fortes devem cuidar dos fracos."

"O seu amor não era pelas pessoas, era pelo povo."

"Ele sempre fora capaz de ler a sua alma com aqueles seus meigos olhos. De que servia fingir?"

"A lua vai-se embora quando tu desapareces."

"Fazer bem pode não te tornar feliz, mas fazer mal torna-te certamente infeliz." - Tolstoi

"Não chorava há tanto tempo que os seus olhos pareciam ter esquecido que existiam lágrimas."

"Já não sou vulnerável ao sentimento."

"Era como se Alice, na história, olhasse pelo espelho e se visse, de repente, num mundo em que nada era o que parecia."

"No teu coração sabes o que está certo?" - Tolstoi

"Os governos são mesmo loucos quando se tornam intransigentes."

"Tudo quanto quero é um pouco de sorte."

"Se nos educarmos deixaremos de ser ignorantes, se pensarmos por nós mesmas não seremos estúpidas e, se nos juntarmos para lutar, não seremos fracas."

"A relação do amor não é a mesma da adoração. Adora-se um deus, mas sé os seres humanos podem ser amados."

"Os homens que não desistem do poder, mesmo que se tornem miseráveis."

"Ele tem um cérebro que parece o bisturi de um cirurgião."

"Ninguém sabe gastar melhor o dinheiro do que os pobres."

"Metade da miséria do mundo é causada por rapazes simpáticos [...]que pensam que têm o direito de organizar guerras entre as nações."

"A verdade, [...], é que se atribuem sempre aos primeiros-ministros mais miolos do que eles realmente têm."

"Se existe uma coisa chamada destino, ele parece decidido a juntar-nos."

"Quantas guerras se realizaram para evitar outras guerras?"

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